Entretenimentos



Sob direção de Domingos Montagner, Despautérios é uma montagem da Cia. Suno de Arte recheada de peripécias, malabarismos e números de equilibrismo, que trata da vida cotidiana de três palhaços longe dos picadeiros. Mesmo distante da lona do circo elas não deixam de atuar; até nas ações diárias mais banais estão sempre representando. Presos a um pequeno universo, criado por eles próprios, os palhaços criam situações insólitas para escapar da mesmice do cotidiano. Entre melancolia e alegria, realidade e ficção brota o humor onírico do espetáculo.


A Cia. Suno de Arte coloca em cena um espetáculo híbrido que mescla a riqueza poética do circo com a linguagem teatral. Isto é o resultado de uma pesquisa de 10 anos dedicados ao investimento em uma dramaturgia própria que proponha novas possibilidades ao universo simbólico do palhaço, sem perder a essência e forma da máscara.

A metalinguagem está presente o tempo todo, ilustrada de maneira sutil e vivenciada pelas personagens como se fosse a única forma de se relacionar. A tônica do espetáculo é manter a tensão entre a decadência do presente e a esperança futura; entre a melancolia e a alegria, a realidade e a ficção. Do atrito entre estas condições humanas nasce o patético, o insólito e o humor de Despautérios.

Teatro Reynúncio Lima – UNESP
Rua Dr Bento Teobaldo Ferraz, 271 – Barra Funda - Tel: (11) 3393-8546
Dia 15 de Setembro– às 20h30
Entrada Gratuita - Capacidade: 200 Lugares
Duração: 50 min – Classificação etária: Livre – Gênero: comédia/clowns





                                              







Uma das cidades mais bacanas de se conhecer

Tiradentes é de um belo cenário! Fundada em 1702.
Cidade do ouro do carimpeiro, da arte em sabão, em madeira e até em ouro.
Além dos casarões preservados, à igrejas de época com altares luxuosos e de madeiramento
envelhecido.
A quem não resista os pecados da gula rs (risos)...
A tarde o costumeiro "cafezim", de coador, com pão de queijo quentinho, tutu de feijão, pé de moleque, biscoito de amendoin e muitas outras, delicinhas se tornam um privilégio.
Seu ar respirável, ao contrário das grandes cidades, relata o vagaroso ritmo de vida de seus moradores.
Sossego e gosto simples se misturam com a vida saudável, pessoas educadas de bom coração e de sorriso fácil.


                  


PUBLICIDADE e PROPAGANDA: A VIRADA CULTURAL - que virou com muito Rock.


Neste último sábado, São Paulo foi privilegiada, com nada mais nada menos, uma das melhores Bandas do Mundo, a banda que trouxe ao mundo Janis Joplin.


Big Brother and the Company, arrepiou a vanguarda e emocionou os amantes do Rock, na Av. São João - Palco Rock.
O espaço ficou apertado para tanto calor humano, cada um curtindo de sua maneira, em seu momento.
Muito baixo, bateria e guitarra, embalou casais de enamorados de todas as idades e sexos.
Uma mistura encantadora de respeito ao próximo e as diferenças de raças, sexo e condição social.



Guido Daniele e suas incríveis
Pinturas nas mãos

                                                      
Guido Daniele é um dos artistas plásticos mais conhecidos do mundo, através da divulgação de trabalhos de ilustração publicitária, em que ele transformou mãos humanas em animais como elefante, cachorro, cavalo, águia, onça e muitos outros, sem qualquer efeito especial ou truque de câmera. Guido nasceu em Soverato na Itália, e hoje vive e trabalha na cidade de Milão.

Seu mais recente trabalho, é a produção de ilustrações para a campanha de escolha de Herói do Ano, na defesa dos animais, promovida pelo programa Animal Planet, do Canal Discovery.

                                      

Guido Daniele, formou-se na Escola de Artes Brera em 1972, depois foi para a Índia, onde lecionou na Escola de Tankas, em Draramsala. Mas Guido pinta e participa de exposições individuais e coletivas desde 1968. Em 1972, começou a produzir ilustrações hiper-realistas para anúncios de diferentes empresas e, a partir daí, começou a testar diferentes técnicas de pinturas.


Desde 1986, Guido utiliza aerógrafo e pincéis em seus trabalhos de diagramação, ilustração de anúncios impressos e para comerciais e programas de televisão, além de telas à óleo para residências e edifícios públicos. Foi em 1990, que Guido acrescentou uma experiência artística nova às anteriores, pintura do corpo, na qual combina duas técnicas tradicionais, a fotografia e a pintura de óleo.


                                                    
O artista é um dos maiores na técnica chamada "Handimals", cujas mãos são as matérias-primas para o trabalho, talento e criatividade, onde mostra toda beleza na arte da pintura. 
 Postado por Rosana Alves





É uma visão do mundo onde o “nosso grupo” é tomado como centro de tudo e todos os outros são pensados e sentidos através dos nossos próprios valores e nossas definições do que é existência. No plano intelectual, pode ser visto como a dificuldade de pensarmos a diferença; no plano afetivo, como sentimentos de estranheza, medo, hostilidade, etc. O etnocentrismo é a procura de sabermos os mecanismos, as formas, os caminhos e as razões pelos quais tantas e tão profundas distorções se perpetuam nas emoções, pensamentos, imagens e representações que fazemos da vida daqueles que são diferentes de nós. De um lado, conhecemos um grupo do “eu”, o “nosso” grupo, que come igual, veste igual, gosta de coisas parecidas, ou seja, um reflexo de nós. Depois, então, nos deparamos com um grupo diferente, o grupo do “outro”, que às vezes, nem sequer faz coisas como as nossas ou quando as faz é de forma tal que não reconhecemos como possíveis. E, mais grave ainda, este “outro” também sobrevive à sua maneira, gosta dela, também está no mundo e ainda que diferente, também existe. O grupo do “outro” fica como sendo engraçado, absurdo, anormal ou ininteligível. E a sociedade do “eu” é a melhor, a superior. O “outro” é o “aquém ou o além, nunca o “igual” ao “eu”“. Privilegiamos ambos as funções estéticas, ornamentais, decorativas de objetos que, na cultura do “outro” desempenhavam funções que seriam principalmente técnicas. O etnocentrismo passa por um julgamento de valor de cultura do “outro” nos termos da cultura do grupo do “eu”. Um famoso cientista do início do século, Herman von lhering, justificava o extermínio dos índios Caianguangue por serem um empecilho ao desenvolvimento e à colonização das regiões do sertão que eles habitavam. Tanto no presente como no passado, tanto aqui como em vários lugares, a lógica do extermínio regulou infinitas vezes, as relações entre a chamada “civilização ocidental” e as sociedades tribais. Cada um traduz nos termos de sua própria cultura o significado dos objetos cujo sentido original é forjado na cultura do “outro”. Ao “outro” negamos aquele mínimo de autonomia necessária para falar de si mesmo. E por não poderem dizer algo de si mesmos, acabam representados pela ótica etnocêntrica e segundo as dinâmicas ideológicas de determinados momentos. Assim são as sutilezas, violências, persistências do que chamamos etnocentrismo. Os exemplos se multiplicam no cotidiano. A “indústria cultural” está freqüentemente fornecendo exemplos de etnocentrismo. Rotulamos e aplicamos estereótipos através dos quais nos guiamos para o confronto cotidiano com a diferença. Como as idéias etnocêntricas que temos sobre as “mulheres”, os “negros”, os “empregados”, os “paraíbas de obras”, os “colunáveis, entre outros”. Assim, como o “outro” é alguém calado, a quem não é permitido dizer de si mesmo, mera imagem sem voz, manipulado de acordo com desejos ideológicos, o índio é, para o livro didático, apenas uma forma vazia que empresta sentido no mundo dos brancos. Em outras palavras, o índio é “alugado” na História do Brasil para aparecer em diversos papéis. Como também ocorreu na colonização do Brasil por Portugal. Existem idéias que se contrapõem ao etnocentrismo. Uma das mais importantes é a da relativização. A Antropologia sempre soube conhecer a diferença, não como ameaça a ser destruída, mas como alternativa a ser preservada, seria uma grande contribuição ao patrimônio de esperanças da humanidade; O etnocentrismo se conjuga com a lógica do progresso, com a ideologia da conquista, com o desejo da riqueza, com a crença num estilo de vida que exclui a diferença. Mas, a “diferença” é generosa. Ela é o contraste e a possibilidade de escolha. O objetivo de qualquer sistema de produção é fazer subsistir os indivíduos que dele fazem parte. Esta imagem de uma sociedade esmagada por uma incapacidade de maior produção é que se encontra por trás da noção de economia de subsistência se traduz, neste sentido, em economia de sobrevivência ou, mais diretamente, de miséria. Aqui podemos Ter o exemplo do significado ao respeito aos dados etnográficos, dados obtidos pelo trabalho de campo, que podem transformar a teoria antropológica. Para uma sociedade – a nossa – que tem o objetivo da acumulação sistemática, uma outra – a deles -, que não pratica esta acumulação, seria necessariamente pobre e miserável. Perceber que as sociedades tribais não acumulavam, não porque não podem, mas porque não querem, porque fizeram uma opção diferente, é perceber o “outro” na sua autonomia. Quaisquer que sejam as possibilidades da antropologia ela, ao menos, livrou-se, definitivamente de confundir a singularidade cultural da sociedade do “eu” com todas as formas possíveis de existência do “outro”. Enfim, o etnocentrismo é exorcizado. O mundo no qual a Antropologia pense se torna complexo e relativo. Chegamos ao ponto de voltar dessa viagem. A ida ao “outro” se faz alternativa para o “eu”.


                                              Você sabia ?
Que a estátua da praça Marechal Deodoro aqui em Sampa, na verdade é a imagem de LUIZ PEREIRA BARRETO, médico e ciêntista ?



Sim, o descobridor do guaraná, o responsável pela industrialização da cerveja em São Paulo e introdutor das primeiras safras de uvas destinadas à produção de vinho.
Se pensarmos, bem, ele que estimulou os beberrões do futuro , e olha eu nem tinha nascido ainda ! (risos).
Este monumento foi inaugurado em 1929.
"As duas mulheres escúpidas juntas representa a medicina e a agricultura... vale apena ir até lá e dar uma conferida"


Um dos maiores parques de diversões do MUNDO
(Imagem acima, Castelo da Cinderela, no coração do Magic Kingdom)
Walt Disney World! Conheça um pouco da história, e alguns lugares do Parque Walt Disney É o maior e mais visitado resort em todo mundo, contendo quatro parques temáticos, dois parques aquáticos, vinte e três hotéis temáticos; e inúmeras lojas, restaurantes e locais de entretenimento e lazer. Operado e controlado pela Walt Disney Parks and Resorts, segmento da Walt Disney Company, está localizado ao sudoeste de Orlando, Flórida, Estados Unidos. O nome do empreendimento é muitas vezes abreviado para "Walt Disney World", "Disney World" ou "WDW", e é muitas vezes referido pela população local como simplesmente "Disney". Idealizado por Walter Elias Disney e inaugurado em 1 de outubro de 1971, com o parque temático Magic Kingdom, o Walt Disney World Resort, foi ampliado com a inauguração do Epcot (em 1 de outubro de 1982), Hollywood Studios (em 1 de maio de 1989) e Animal Kingdom (em 22 de abril de 1998). Magic Kingdom é o primeiro dos quatro parques da Walt Disney World, inaugurado em 1971, é o mais lúdico de todos, e também o que tem mais atrações. Na verdade, a maioria das pessoas acha que o Magic Kingdom (Reino Mágico) é a Walt Disney World, mas não, é somente o coração e a alma do império Disney. A marca registrada do parque é o Castelo da Cinderela, por onde passa diariamente, no horário de fechamento do parque, a SpectroMagic, uma parada com carros alegóricos cobertos de lâmpadas miniatura, fadas, sereias e todos os personagens Disney. No Magic Kingdom, o público vive uma fantasia de livro de histórias, nas sete terras do encantamento.


(Imagem acima, Parque Animal Kingdom)
O mais novo parque da Walt Disney World, Animal Kingdom (Reino Animal), com uma área cinco vezes maior que o primeiro parque, o Magic Kingdom. O intuito é celebrar a história de todos os animais reais, imaginários e extintos. São sete áreas diferentes dentro do parque, que consegue criar um clima bastante natural e ao mesmo tempo apresentar atrações da mais alta tecnologia, como Dinosaur!, uma aventura no mundo dos dinossauros que é feita em tecnologia de Áudio-Animatronics. Ao mesmo tempo que o parque apresenta atrações para diversão, existe uma preocupação real com os animais, que pode ser vista principalmente na área Conservation Station, onde é mostrado como são criados os diversos animais do Animal Kingdom. Por todo parque é possível encontrar animais raros, acompanhados por seus tratadores que estão à disposição para responder à perguntas. O mais interessante sobre a Tree Of Life (Árvore da Vida) é de que nela, estão esculpidos rostos de diversos animais.


(Imagem acima, chapéu do mago, símbolo do Disney-Hollywood Studios)
O parque Disney-Hollywood Studios é a colaboração da supremacia Disney em parques temáticos com a história cinematográfica dos estúdios Walt Disney. O parque Disney-Hollywood é diversão garantida para crianças, jovens e adultos que se interessam por cinema, sem contar que o Disney Studios é um dos parques mais famosos do Walt Disney World Resort. A idéia é celebrar os anos dourados de Hollywood, das décadas de 1930 e 1940 e também mostrar bastidores de produções que já foram feitas pelo estúdio, além das que estão em processo de desenvolvimento. De todos os parques da Disney, este é o que mais tem crescido nos últimos anos, com constante acréscimo de novas atrações. O Disney-Hollywood pode ser tranquilamente ser visto num só dia. Em épocas de verão, fim de ano e feriados é feito um show de fogos de artifício diariamente, na hora do fechamento do parque. O show de fogos tem como trilha sonora temas de filmes clássicos.


(Imagem acima, Spaceship Earth, o símbolo do Epcot) Epcot é a sigla de Experimental Prototype Community of Tomorrow (Prótipo de Comunidade Experimental do Amanhã).
Nessa comunidade de sonhos da Disney, nações coexistem em perfeita harmonia e paz sobrevivendo do milagroso progresso do desenvolvimento tecnológico, e o Epcot nunca estaria ultrapassado, pois sempre anda sendo atualizado. O Epcot é um parque com uma preocupação com a educação e, apesar do paradoxo, é um parque muito bem sucedido. O Epcot é dividido em duas partes, Future World, uma parte com atrações bem "high-tech" e World Showcase, outra parte que tem a ver com as nações do mundo, separadas por uma grande lagoa, a World Showcase lagoon, onde toda noite acontece o show Iluminations: Reflections of Earth (Iluminações: Reflexos da Terra), de som, luzes e fogos de artifício.


(Imagem acima, Minnie e Mickey Mouse) Walt Disney -
Um lugar mágico e encantador, permitindo que a fantasia e a realidade de crianças, adolescentes e adultos se confundam, onde personagens da literatura infantil (príncipes, princesas, heróis e vilões) saem dos livros encantados, misturando-se entre visitantes, dos quatro cantos do mundo.
Rosana Alves